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Um casal de Uberlândia (MG) desenvolveu uma estrutura metálica que se assemelha a uma gaiola para proporcionar à filha de 13 anos a experiência de andar de skate pelas ruas da cidade. O skatista profissional Ricardo Porva, 36, e sua esposa Aline Giuliani, tiveram as vidas mudadas quando receberam o diagnóstico de AME (Atrofia Muscular Espinhal), uma doença degenerativa que havia acometido a pequena Íris, então com 14 meses de idade.

O neuropediatra que atendeu a família chegou a reduzir a expectativa de vida da bebê para apenas três anos. A criança, porém, cresceu, enfrentando todas as limitações impostas pela doença hereditária que, de fato, mais leva crianças com menos de dois anos a óbito, segundo o Instituto Americano Cure Spinal Muscular Atrophy.

A notícia desanimadora, porém, não foi capaz de tirar o ímpeto dos pais de Ísis para proporcionar à filha a melhor qualidade de vida possível. “Quando a médica nos tirou todas as esperanças, só restaram duas opções: aceitar a condenação ou ir na contramão”, disse Porva à Folha de S. Paulo, que publicou reportagem sobre a história.

De acordo com a matéria, ao adaptar equipamentos caseiros para novas formas de fisioterapia diária, os pais da criança não só conseguiram anular o prognóstico inicial de morte prematura, mas também derrubaram também outras “verdades” sentenciadas para a filha. “Não vai andar de bicicleta. Andou. Não vai nadar. Ela nada. Não vai andar. Ela anda através do andador”, disse a mãe Aline. Leia a reportagem completa e conheça mais profundamente a história da família no site da Folha.

Foto de capa: Reprodução/Henrique Castro/Folhapress

 

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